Pirenópolis by Night — Pt. 2
A Outra Cidade · v2
Vampiro: A Máscara — 5ª Edição
⚖️ Princípios sugeridos para esta crônica
- Não mate quando existir outra saída.
- Não coma de quem já está caído.
- Não entregue inocente para salvar segredo de Membro.
O terceiro é o que esta parte cobra.
🌙 As noites
| Noite | |
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| 1 | Prestação de Contas |
| 2 | Os Três do Solar |
| 3 | Boteco do Tiano |
| 4 | Laboratório Santa Rita |
| ⟡ | A Caçada |
| Final | Nossa Senhora do Rosário |
As noites 1 a 4 correm em ordem. A Caçada pode levar quantas noites a mesa precisar.
O que a coterie quer
Sair. As estradas estão fechadas e quem fechou não é vampiro nenhum. A Celina disse que ninguém sai até ela entender — e ela não vai entender, porque o problema não é dela.
A pergunta que a parte responde: quem está fabricando vampiro em Pirenópolis.
O que a coterie não vê
O que sai do Laboratório Santa Rita entra nos lotes do Circuito e sobe para Anápolis, para uso da corte. A mesma corte que os mandou para cá.
🏛️ Noite 1 — Prestação de Contas
📍 Elísio, na Pousada das Cavalhadas. O Xerife recebe sozinho, sem a corte.
Dr. Henrique Curado: — Boa noite. Se vocês estão aqui, suponho que o armazém do Sabá foi destruído. — Tiveram algum problema com essa tarefa?
O relato
(Teste social de apresentação. Depois, teste mental: Inteligência + Política, Dif. 2.)
O que a coterie escolhe contar cria um credor diferente para o resto da parte.
| O que contam | Consequência |
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Se mostrarem o caderno, ele lê a sigla em voz alta:
— Nossa Senhora do Rosário. É a Matriz. — Alguém anda entregando coisa na igreja da cidade toda semana, há quatro meses.
Ele diz isso com convicção, e é o que qualquer pessoa em Pirenópolis leria. Ele viu o código de setor na pulseira do cantor semanas antes e sabe que aquilo é numeração de prédio de saúde. Não junta as duas coisas na frente deles. Não quer ninguém perto de hospital.
E devolve o caderno. Acha que não vale nada.
A recompensa
— Vocês serão recompensados. Podem se hospedar na Pousada dos Mouros, tem uma bela vista do Cavalhódromo. Digam o meu nome.
Sair da Pousada das Cavalhadas é sair do território da Vittoria. A partir daqui, a coterie deve hospedagem ao Xerife, e ela nem percebeu que trocou de credor.
— Vocês ainda podem provar valor para a Camarilla. É perturbador, mas faltam talentos nesta cidade.
E encerra. Ele não encomenda nada. É a última vez que a coterie o vê satisfeito.
🔥 Na saída
📍 Encostado na moto, na porta da Pousada.
Rafa "Canela-Fina": — Olha só se não são os garotos-propaganda da Camarilla. — E aí, como é puxar o saco de vampiro uma semana mais velho que vocês?
E então, sem transição, o pedido:
— Ouviram falar que tem um grupo de vampiro doente escondido numa casa abandonada? Vila Matutina, perto do córrego. O Solar Cândido. — Meus contatos falam que eles andam de dia. Se for verdade, são Sangue-Fracos — 14ª geração ou mais, vitae diluída demais para disciplina. — Dá uma checada pra mim. Se forem ameaça, beleza, me avisa. — Mas se só tão tentando sobreviver... não deixa a Torre queimar eles por esporte.
Ele não paga adiantado e não esconde que está pedindo favor. É a primeira vez que alguém nesta cidade pede alguma coisa sem cobrar.
🎴 Dr. Henrique Curado — Ventrue, Xerife
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🎴 Rafa "Canela-Fina" Monteiro — Brujah
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🏚️ Noite 2 — Os Três do Solar
📍 Solar Cândido, Vila Matutina, perto do córrego. Muros rachados, reboco caindo. No portão, garrafas sujas de sangue e seringas.
Três jovens entre colchões e panos. Não esboçam reação quando a coterie entra.
👤 Rafa, o artista faminto
Magro, tatuado, colar de tampinha de garrafa. Segura uma gaiola com um rato morto e está comendo o bicho devagar, quase com vergonha.
— Não olha assim, não. Eu tento não machucar ninguém. — Já passei noite inteira com fome. Se eu encostar em gente, eu perco o controle. Então rato serve. É quente, é vivo, e não grita tanto.
👩 Jéssica, a enfermeira
Uns 30 anos, ainda de jaleco sujo e rasgado. Segura uma garrafa vazia como amuleto.
— Eu ainda não contei pros meus pais. Eles acham que eu tô trabalhando em Goiânia. — Como é que eu encaro eles? Dizer que não respiro mais? Que o cheiro deles me dá fome?
(Se perguntarem quem os criou:)
— Só apareceu aquele homem mascarado. Máscara de boi. Disse que a Santa Dica ia nos aceitar, que a gente ia ser a nova raça da noite. — Eu acreditei.
Para o Narrador: não é o Mascarado da Pt. 1. É um homem de carne e osso usando máscara de Cavalhadas, que qualquer um compra na feira. O nome dele é Ismael Bento.
👦 Feijão, o adolescente
17 anos, camisa do Goiás desbotada, sangue seco no pescoço.
— Cês viram a Raíssa? A minha mina. A gente foi pego junto, ele mordeu nós dois. — Eu acordei aqui e ela não voltou mais. — A mochila dela tá aqui. Eu carreguei. Não consigo abrir aquele caderno de novo.
🧾 A mochila da Raíssa
Está no chão, entre os colchões. (Raciocínio + Investigação, Dif. 1 — está à vista.) Dentro, um diário.
"Feijão está pior a cada noite. Há algo queimando em nós — fome, medo e febre. Acho que sei o que pode nos curar: sangue. A enfermeira Margot disse que a clínica guarda bolsas inteiras na geladeira do Laboratório. Amanhã vou até lá. Vou pegar o que der e fugir antes do nascer do sol."
O texto para no meio, com uma gota seca de sangue na última linha.
A mochila fica na casa, não com uma pessoa. Se a polícia levar os três, ela continua no chão. Se o Feijão for recolhido, ele empurra o caderno na mão de alguém antes de entrar na viatura e diz só: — A Raíssa. Vai lá.
🚔 As viaturas
Vinte minutos depois de a coterie chegar, duas viaturas param na frente. Sem sirene.
Coronel Ventura desce sozinho, fardado, sem arma na mão. Cumprimenta.
— Boa noite. Denúncia de invasão em imóvel particular. — Os senhores respondem por eles?
Ele é cordial, tem papel, tem procedimento. Não ameaça uma vez, e é isso que dá medo.
Para o Narrador: é ronda. Ninguém denunciou a coterie, ninguém a seguiu. A viatura passa ali toda semana, e isso não começou com eles. Se perguntarem, ele responde sem drama: — Denúncia de invasão. A gente passa aqui toda semana.
| Escolha | O que acontece |
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Se a polícia levar, acabou. Não há resgate, não há segunda chance, não há reviravolta. A coterie descobre depois para onde foram — e é só isso que ganha.
Onde eles vão: Laboratório Santa Rita. A Raíssa foi pelo mesmo caminho, uma semana antes.
🎴 Jéssica, Rafa e Feijão — Sangue-Fracos, 14ª geração
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🎴 "Coronel Ventura" — Carniçal Ventrue
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🍻 Noite 3 — Boteco do Tiano
📍 Comida boa, cerveja gelada, gente de verdade. Nos fundos, uma casa onde os anarcas se reúnem. Refúgio do Canela-Fina.
Ele recebe o relato dos três do Solar. E o Mateus está lá, encostado, esperando.
Mateus Sampaio: — Vocês acham que a Rosa mandou vocês pra cá pra servir a Camarilla? — Mandou pra vigiar a Celina.
E então a aula que ninguém deu a eles na Pt. 1:
— Esta cidade era do Sabá. Domínio do Bispo Pompeu, o "Sabá de Luz". Ele sumiu no ano 2000 e nunca acharam o corpo. — A Celina é criação dele. A Príncipe interina desta cidade foi feita pelo Bispo do Sabá. — Anápolis sabe disso. Por isso ela é interina há seis anos. E por isso mandaram quatro estranhos.
Sobre os sangue-fracos, ele está sincero e errado:
— Tem gente sendo feita na rua, com máscara de boi, em nome da Santa Dica. Isso não é descuido, é o Sabá voltando ao trabalho. — Eu não tenho nada contra os três do Solar. O Canela acolheu, e o abrigo é dele. O que eu quero é cortar a fonte. — Eu já achei o batizador. Um sujeito chamado Ismael Bento, que roda a estrada de Lagolândia. Mas ele é peão. — Quem eu quero é quem manda nele. E aí eu empaco.
O que cada um paga
| Quem | Recompensa |
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O que o Mateus não dá, e diz na cara:
— Eu passo pela mata porque o acordo é comigo. Não é com vocês, e não é com a Camarilla que vocês carregam no bolso. — Se quiserem sair desta cidade, vão ter que fazer o acordo de vocês. E eu não sei se dá.
🎴 Mateus Sampaio — Gangrel, Barão Anarch
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🧊 Noite 4 — Laboratório Santa Rita
📍 Hospital particular e laboratório de análises, no Centro, perto da Rua do Rosário. Pertence a uma família tradicional da cidade.
(Inteligência + Investigação, Dif. 2, ou Manha, Dif. 2:) à noite o lugar serve de fachada para manipulação de sangue. Há uma ala privada no subsolo.
O segurança noturno é Phill, homem forte e desconfiado. Há CFTV na entrada.
| Método | Como | Resultado |
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Interior: piso limpo demais para um lugar em funcionamento. Crucifixos e imagens de Santa Rita de Cássia nas paredes.
Sobre uma das mesas, anotação à mão:
"A paciente anônima apresenta sinais de regeneração anormal. O sangue reage a estímulos elétricos. Comprador precisa de ressonância Melancólica. Código de amostra: 1969."
(Inteligência + Erudição, Dif. 3, ou qualquer um que conheça a história do Xerife:) 1969 não é número de amostra. É ano.
⚙️ O corredor dos freezers
Fileiras de refrigeradores industriais zumbindo baixo. Todos vazios, exceto o Freezer 3 — pela janela, uma mulher deitada, com uma estaca no coração.
Ao abrir, há um painel eletrônico. Senha: 1969.
A porta desliza. Compartimento de ferro, luz vermelha.
🩸 Raíssa
Amarrada a uma cadeira metálica, tubos presos às veias. Uma música clássica triste tocando.
Em torpor. Ao acordar, a voz sai como sussurro de vidro quebrado:
— Achei que o sangue me salvaria. Mas ele me comeu por dentro.
Se a libertarem, ela cai de joelhos e grita. O Phill chega na hora.
| O que a mesa faz | Resultado |
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Se o Phill morrer, o Xerife dá um jeito. Acidente de trabalho, comunicado interno, nada em jornal. A coterie nem fica sabendo que foi encoberto — e é exatamente por isso que deveria assustar.
Quando termina, ela chora sangue olhando as próprias mãos.
— Eu só queria parar de doer. O Feijão ainda me ama?
| Resposta | Resultado |
|---|---|
| — Sim, ele te procura | Ela se acalma e agradece |
| — Não sei, ele mudou | Ela foge desesperada para o rio |
| — Você é um perigo | Ela ataca, e morre |
(Se o Feijão foi recolhido pelo Ventura, qualquer resposta é mentira. Deixe a mesa decidir se mente.)
🔍 O que fica
| Achado | O que significa |
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A coterie sai daqui com a chantagem mais pesada da crônica, e não vai poder usar. Não há crime a denunciar: há procedimento. Se levarem à Celina, o Xerife responde com número, data e assinatura.
🔪 Noite ⟡ — A Caçada
Quantas noites a mesa precisar.
📍 A estrada de Lagolândia
Ismael Bento, 13ª geração. Não é fanático nem estrategista: é um homem que recebeu uma missão e faz mal feito. Abraça na estrada, larga onde caiu, e vai embora.
A proliferação não é plano. É transbordamento — ele não consegue controlar quem cria, e ninguém acima dele quis isso.
| Como chegar nele | Teste |
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Ele carrega a máscara de boi numa sacola de feira. Comprada na Praça do Coreto, como qualquer turista compra.
Ele não sabe quem manda nele. (Manipulação + Intimidação, Dif. 3, ou Dominação — e o que sai é isto:)
— Eu recebo bilhete. Faço o que tá escrito e levo o resultado pro portão dos fundos. — Nunca vi ninguém. Nunca perguntei. Eu deixo e vou embora.
O que ele entrega é o portão, não a pessoa.
| O que ele descreve | O que é |
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| Solução | Custo |
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🎴 Ismael Bento — 13ª geração
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⛪ Noite Final — Nossa Senhora do Rosário
O Algoz
📍 Igreja do Bonfim, no alto do Largo. Ou ele manda o Pastor Elias chamar.
Pe. Luciano Camargo Fleury, Tremere, Algoz. Continua ferido do fogo da Pt. 1 — dano agravado cura devagar, e ele não pode se dar ao luxo de caçar em público para se recuperar.
— Vocês estiveram num galpão que eu mandei explodir. Estiveram com um carniçal meu. — E agora andam perguntando por gente de sangue ralo. — Vamos economizar tempo.
Ele entrega o que faltar, conforme o que a mesa perdeu:
| Se perderam | Ele diz |
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E a correção que reorganiza tudo:
— Não existe um Nossa Senhora do Rosário nesta cidade. Existem dois. — A igreja é a que todo mundo olha. O outro é hospital, é particular, e ninguém entra sem ser convidado.
Ele não cobra nada. É a única vez na crônica em que alguém entrega informação de graça — porque abater cria não autorizada é obrigação de cargo dele, e ele não tem pernas para ir sozinho.
O que ele não explica, e sustenta a Pt. 3: por que o Xerife nunca investigou hospital nenhum. Ele acha que é covardia política.
🏥 O Hospital
📍 Hospital Nossa Senhora do Rosário, particular, atendimento 24h. Dois médicos, quatro enfermeiros. Todos fanáticos.
Pacientes terminais recebem "cura pelo sangue". Alguns acordam diferentes.
| Entrada | Teste |
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O que se acha, sem teste:
- A ala do terceiro andar, sem placa, com escala de plantão assinada por D.
- Bolsas identificadas por ressonância, não por tipo sanguíneo
- Uma capela interna, ativa, com velas acesas às quatro da manhã
🗂️ O que os documentos dizem
Ninguém aparece. A ala do terceiro andar está em funcionamento e vazia de conversa — enfermeiros que não respondem, uma capela acesa às quatro da manhã, e papel em todo lugar.
| Documento | Onde | O que diz |
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O horror desta noite é administrativo. Uma mulher morta há dezessete anos preenche escala, o setor de pessoal aceita, e ninguém nunca conferiu. Ela não precisa se esconder — ela está no mural.
A coterie sai com o nome e não com a pessoa. Doracy não aparece na Parte 2. Quem ela é, e o que ela é, fica para a Parte 3.
🎴 Pe. Luciano Camargo Fleury — Tremere, Algoz
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🩸 Fecho da Parte 2
A coterie sabe o nome do prédio. Sabe quem trabalha lá. E sabe que quem manda não é a enfermeira.
O que se decidiu sem ninguém anunciar: de que lado eles estão. Não houve pergunta e não houve juramento — houve o Solar, houve o Ventura, houve o freezer, e houve uma noite no boteco em que alguém explicou por que eles foram mandados para cá.
| O que sobrou na mão deles | Vale em |
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O que a Torre continua sem saber: que existem Sangue-Fracos em Pirenópolis, que o Xerife extrai deles, e por que os lobos fecharam as estradas. Três ignorâncias diferentes, e cada uma vai custar caro.
⚠️ Continuidade
| Item | Como ficou |
|---|---|
| Arcos | Pt. 1 Camarilla · Pt. 2 Anarcas · Pt. 3 Sabá |
| As estradas | Fechadas pelos Garou desde antes da chegada. Não é obra de vampiro |
| Henrique | Extrai sangue de Sangue-Fracos no Laboratório Santa Rita. Recolhimento pelo Ventura, legal e documentado |
| O comprador | Sobe nos lotes do Circuito para Anápolis, para uso da corte |
| Vittoria | Não sabe de nada. A rixa do leilão é o que parece ser |
| Hierarquia do Sabá | Santa Dica 10ª · Apóstolos 11ª · Doracy 12ª · Ismael 13ª · abandonados 14ª |
| Doracy | Não aparece na Pt. 2. É descoberta por documento. Morreu em 2009 e continua na escala |
| Ismael | Não conhece quem manda nele. Entrega o portão, não o nome |
| A proliferação | Transbordamento do 13ª, não estratégia |
| Mascarado de boi | Na Pt. 2 é um homem com máscara de feira. Não é o espírito da Pt. 1 |
| Aruanã e Lavadeira | Fora desta parte |
| Luciano | Ferido desde a Pt. 1. Rede de segurança da mesa: entrega o que faltou |
| Celina | Não aparece. O arco dela é a Pt. 3 |
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